quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Investigação de desvios de verbas públicas em 1.600 Prefeituras
Uma força-tarefa do Ministério Público Federal vem provocando uma enxurrada de processos contra prefeitos por suspeita de desvio de verba pública. Nos últimos seis meses, foram 253 ações contra as autoridades municipais de todas as cinco regiões do país. Procuradores vasculham ainda as prestações de contas de mais de 1,6 mil cidades, a maior parte considerada irregular pela Controladoria-Geral da União (CGU). O número de processos abertos é visto como uma vitória pelos investigadores, uma vez que há casos em que os convênios com a União foram assinados há 10 anos. Um exemplo é a compra de uma ambulância em Santo Antônio do Descoberto (GO), no Entorno. O veículo virou sucata e só agora os envolvidos nas fraudes foram denunciados à Justiça.

A investigação começou como um teste feito pelo Ministério Público para dar andamento à apuração de fraudes em municípios fiscalizados pela CGU. “Como era uma fase experimental, escolhemos apenas os convênios firmados nas áreas de Saúde, Educação e Transportes e somente de prestações de contas”, comenta a procuradora regional da República em São Paulo Janice Ascari, que coordena o grupo de trabalho. Os 253 processos abertos são correspondentes a casos analisados pela CGU entre 2008 e 2011. “A outra fase será investigar outros ministérios e ampliar o foco também nas prestações de contas rejeitadas, insuficientes e em torno dos relatórios especiais de fiscalização”, acrescenta.

A intenção do grupo de trabalho é evitar que os 1.641 casos de irregularidades analisados pela CGU fiquem sem punição, por causa da demora do processo. “O prazo da prescrição é curto e nunca conseguimos responsabilizar as pessoas”, explica Janice. “As fraudes eram descobertas muito tempo depois de ter ocorrido”, observa a procuradora, ressaltando que um dos problemas eram as fiscalizações ineficientes por falta de investimentos. Além disso, os processos estão acumulando na Justiça por causa do número de irregularidades que surgem a cada dia. No Tocantins, por exemplo, só no ano passado foram feitas 81 denúncias e instaurados 66 inquéritos da Polícia Federal relacionados a fraudes na aplicação de verbas da União.

Sanguessugas

Mas há casos em que a punição demora a chegar, como o ocorrido em Santo Antônio do Descoberto. Em 2001, o município firmou um convênio para a aquisição de uma ambulância no valor de R$ 74 mil, mas a licitação acabou fraudada. Desde 2002 o Ministério Público tenta punir os culpados, mas somente em maio deste ano conseguiu denunciar os envolvidos nas irregularidades. Na época, o procurador da República em Anápolis constatou que o ex-prefeito, o então secretário de Saúde do município e integrantes da comissão de licitação simularam todo o processo de compra do veículo, que seria usado como unidade de terapia intensiva móvel (UTI móvel).

O caso fazia parte do esquema dos sanguessugas, desmontado em 2006 pela Polícia Federal. Passados 10 anos de impunidade, ninguém foi condenado e a ambulância, que ainda deveria estar funcionando, virou sucata no depósito da prefeitura. “Ela chegou aqui funcionando, mas está parada há seis anos, que é o tempo em que trabalho aqui”, comenta Marcos Paulo Machado da Silva, responsável pelo local. A cidade hoje conta com duas unidades para atender os pacientes, mas ambas não estão em boas condições de uso, segundo constatou a reportagem do Correio, durante a visita feita ao hospital na última terça-feira.

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, ressalta que a maior parte dos desvios ocorrem em convênios ligados aos 393 programas sociais da União. Ele explica que no repasse direto de recursos de fundos institucionais dificilmente ocorrem irregularidades. “Quando a verba recolhida (em forma de impostos) volta, você não vê denúncias de fraudes”, observa Ziulkoski, ressaltando que o problema em relação aos outros tipos de liberação de verbas é por causa do modo em que isso é feito. “Falta estrutura pública, já que a que está aí não foi modernizada”, diz o presidente da CNM, referindo-se à forma de arrecadação existente no Brasil, que é centralizada no governo federal.

R$ 74 mil
Valor da ambulância comprada pela prefeitura de Santo Antônio do Descoberto em uma concorrência pública irregular

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

PREFEITO DE MAIRI VOLTA A SER CRIANÇA EM AÇÃO SOCIAL DE GRANDE IMPORTANCIA PARA MAIRI

Cerca de cento e vinte crianças da Creche Nossa Brinquedoteca ganharam novos uniformes








A Diretora da Creche Nossa Brinquedoteca a Srª. Iraci Cabral Fiorotto, professores, e demais funcionários receberam a visita na última sexta-feira 02 de setembro de 2011, do Prefeito Antônio Cedraz Carneiro e a Primeira Dama a Srª. Normeide Alves Ferreira Carneiro para entregarem os uniformes (shorts e camisetas), além de copos e pratos para a Creche. A entrega foi realizada pelo Prefeito e pela Primeira Dama devido à urgência e por motivo da Secretária de Educação a Srª. Vanúsia Maria Cedraz Carneiro Sena estar viajando.


Para a Primeira Dama do município a Srª. Normeide Alves Ferreira Carneiro, os uniformes já estavam desgastados, “entregamos uniformes em 2009 e percebemos a necessidade de novos uniformes agora em 2011, compra realizada com recursos próprios do município, disse”.




A Diretora da Creche, a Srª. Iraci Cabral Fiorotto relatou como fator importante a participação dos pais no processo educativo dos filhos, “são os pais os principais responsáveis para a formação do caráter de seus filhos, relatou”.


A creche atende 120 crianças de segunda a sexta-feira das 07h30min às 16h00min. A Creche tem cinco salas, e as crianças são dividas nestas salas respeitando a sua faixa etária:


Maternal 1 - Trinta alunos de 1 ano e meio a 3 anos;


Maternal 2 – Vinte e oito alunos de 3 e 4 anos;


Pré 1 - Turma A com dezoito alunos de 4 anos;


Pré 1 - Turma B com dezenove alunos de 4 anos;


Uma turma de 5 anos com dezoito alunos.


A Creche Nossa Brinquedoteca Portal da Cidadania foi fundada em março de 2003, atualmente conta com um quadro de mais de trinta funcionários e é mantida totalmente pela Prefeitura Municipal de Mairi.


fonte: http://www.agmarrios.com.br/

terça-feira, 6 de setembro de 2011

CONHECIDO LOCULTOU ERA NA VERDADE UM PEDÓFILO


Por volta das 06h30min do dia 05 de Setembro de 2011, foi preso em flagrante e conduzido a Delegacia de Polícia civil na cidade de Pindobaçu ORLANDO LOPES DA SILVA, 52 anos, residente no cidade de Filadélfia-Ba, por ter sido acusado de abusar sexualmente o menor, Y.V.J.S., de 05 anos, residente na cidade de Pindobaçu, onde teria acontecido o crime.
 
De acordo com informações  ele disse que estaria embriagado e levado a criança para o banheiro do bar do Van, em Pindobaçu, e cometido o abuso, Aragão disse estar arrependido, e que tem filho e família.


O acusado foi entregue a autoridade competente para que fossem tomadas as medidas cabíveis.



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domingo, 4 de setembro de 2011

A presidente Dilma Rousseff voltou a enfrentar protestos nesta sexta-feira (2), em sua passagem pelo Rio Grande do Sul.


Manifestantes ligados a sindicatos tocaram buzinas, fizeram "apitaço" e gritaram palavras de ordem no discurso de 30 minutos que ela proferiu na feira agropecuária em Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre.

Com cartazes com a inscrição "Dil-Má", dezenas de manifestantes se posicionaram a cerca de cem metros da tribuna onde ela estava. Nem a presidente nem as outras autoridades que discursaram mencionaram a ação.

Entre os líderes da manifestação estavam servidores de universidades federais, que entraram em greve há três meses e pedem mais verbas para a educação.

A eles se juntaram funcionários dos Correios, que protestaram contra a ampliação de funções da estatal.

Policiais favoráveis à aprovação do piso salarial da categoria também participaram. Na visita de Dilma a um hospital em Canoas, também na região metropolitana, funcionários dos Correios novamente exibiram faixas contra mudanças na estatal.

Nesta semana, Dilma passou por constrangimentos em Pernambuco, onde servidores manifestaram por reajuste salarial; em Brasília, onde líderes estudantis fizeram ato por investimentos na educação; e no Rio, durante protesto de professores.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/969835-presidente-dilma-enfrenta-protestos-no-rio-grande-do-sul.shtml

sábado, 3 de setembro de 2011

NÃO APROVADO O PROJETO DE EMPRÉSTIMO SOLICITADO PELO PREFEITO DE MAIRI, NO VALOR DE  R$ 2.500.000,00



De nada adiantou a pressão do Governo municipal em convocar alguns servidores municipais para tumultuar a Sessão na Camara de Vereadores de Mairi.

Em demonstração de maturidade e Independência, Vereadores da oposição na Sessão do dia 02 de setembro de 2011, por 5 votos a 4 não aprovaram o Projeto de Lei n°. 1.297/11, votaram a favor os Vereadores José Allan, Mundinho do Bar, Roque Nilson e Luiz do Angico e votaram contra Genó, Jonilson, Rogério, Lalinho, e Ruy da Sucam.


Vereadores falaram de irregularidades em Convênios, e não acreditaram na momentânea vontade do prefeito em realizar obras e afirmaram “ este Prefeito não realizou nenhuma obra até agora e não concluiu obras iniciadas na gestão anterior “

O fato do descrédito no executivo municipal, vem se acentuando dia dia, e de nada adiantou o momentâneo posicionamento em favor dos Pobres pois segundo o Vereador Lalinho essa virada de Capeta para Santo não cola por que nunca houve durante toda gestão qualquer iniciativa que realmente viesse atender os necessitados em Mairi.

O Vereador Alan que defendia o empréstimo sem qualquer estudo técnico, disse durante a Sessão que em face aos fatos tinha vergonha de ser vereador. Cada um defendia seu ponto de vista “mas quando se tem vergonha, entrega-se o cargo e se recusa a receber os salários e os benefícios “
Os vereadores pela primeira demonstraram que estão afim de dá um basta nos desmandos da Administração e demonstrando que aquela fase de vereadores serviçais que balançavam a cabeça como lagartixa “ Sim senhor” “ Sim Senhor “ está se tornando uma pagina virada  no Legislativo Municipal.

Parabéns senhores vereadores, se o Prefeito quer ter suas pretensões atendidas que mande fazer um estudo técnico, e não cartazes nem maquetes que só ficam bonitas no papel, para que não se deixe duvidas quanto a transparência de suas pretensões

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

POLÊMICO PROJETO DO PREFEITO DE MAIRI E A DEGOLA FINANCEIRA DO MUNICIPIO

A pretensão de contratar um empréstimo com um prazo de 8 anos é uma forma de inviabilizar a Administração do futuro Prefeito do municipio. Se houvesse a certeza de que se  cumpriria as obras contidas nas informações repassadas aos Vereadores, realmente  deveria o Legistativo Municipal.  apoiar por unánimidade. Acontece que não foi realizado qualquer estudo, no sentido de se verificar o custo exato das obras pretendidas, discriminando valores a ser gasto em cada obra e o cronograma para realização das mesmas.

Não se pode criar um projeto rua tal, praça tal, as cegas sem um estudo tecnico, em Mairi estamos acostumados a obras já em outra Administração, conduzida ainda pelo Prefeito anterior, ainda aparece alguem para falar que o tal Projeto será primordial na geração de empregos ! Será ? O Será que será como na construção da Praça principal de Mairi que levou 04 anos para construir e a geração de emprego restrita a apenas um Pedreiro e um Servente ? Qual a garantia de que as obras pretendidas serão realmente realizadas ?

Espera-se que os Senhores Vereadores libere sim os recursos pretendidos mas depois de um estudo tecnico aprofundado e com as garantias de que tais obras sejam de fato realizadas, sem que se esqueça o prazo para realização das mesmas.

Chega de balançar a cabeça " sim senhor " e fiscalizar melhor os recursos publicos
veja o Projeto abaixo:

                                                   PROJETO DE LEI N° 1.297/11




PROJETO DE LEI N° 1.297/11 , DE 13 DE JULHO DE 2011.


“AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A CONTRATAR OPERAÇÃO DE CRÉDITO, OFERECER GARANTIAS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.”

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE MAIRI-BAHIA, no uso de suas atribuições legais que lhe são conferidas, faz saber que a Câmara Municipal de Vereadores aprovou e eu Sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º. Fica o Poder Executivo autorizado a contratar e garantir operação de crédito com a DESENBAHIA – Agência de Fomento do Estado da Bahia S/A, até o valor de R$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil reais) destinada ao financiamento para execução de obras e serviços de infra-estrutura urbana e saneamento, de conformidade com as regras estipuladas pelas normas pertinentes e pelo disposto nesta Lei.

Art. 2º. As operações de crédito referidas no artigo anterior serão subordinadas às seguintes condições:

a) O valor de financiamento de até R$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil reais);

b) Prazo global de até 08 (oito) anos, incluída carência de até um ano;

c) O principal da dívida decorrente do financiamento, sem prejuízo do pagamento de juros, será pago, durante o prazo de amortização, em parcelas mensais e sucessivas, calculadas pelo Sistema de Amortizações Constantes - SAC;

d) Pagamento de juros trimestrais durante a carência;

e) Encargos Financeiros: Os juros serão devidos com base na Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP divulgada pelo Banco Central do Brasil, acrescida de 6,00 (seis) pontos percentuais ao ano.

Art. 3º. Fica ainda o Município de Mairi autorizado a oferecer, por todo o tempo de vigência da operação de crédito e até sua liquidação, em caráter irrevogável e irretratável:

I - como meio de pagamento do crédito concedido, as receitas de transferências do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações – ICMS de sua titularidade, de que trata o art. 158, IV da Constituição Federal;

II - como garantia do pagamento do crédito concedido, as receitas provenientes do Fundo de Participação dos Municípios – FPM, de que trata o art. 159, I, b da Constituição Federal.

Parágrafo Único. As receitas indicadas nos incisos anteriores serão alteradas, em caso de extinção, pelas receitas que vierem a ser estabelecidas constitucionalmente em sua substituição, independentemente de nova autorização.

Art. 4º. O Chefe do Poder Executivo fica autorizado a constituir a DESENBAHIA, em mandatária do Município, com poderes irrevogáveis e irretratáveis para receber junto às fontes pagadoras das receitas de transferências mencionadas nos incisos I e II do artigo anterior, os recursos vinculados, podendo a DESENBAHIA utilizar esses recursos no pagamento do que lhe for devido por força da operação de crédito de que trata esta Lei.

§1º. As receitas de que trata o inciso I do artigo anterior serão exigidas nos vencimentos das obrigações pactuadas pelo Poder Executivo, ficando a DESENBAHIA autorizada a requerer as transferências dos referidos recursos para quitação dos débitos diretamente às instituições financeiras depositárias.

§ 2º. Em se tratando do recebimento dos recursos referidos no inciso II do artigo anterior, os poderes mencionados no caput deste artigo se limitam aos casos de inadimplemento do Município e se restringem às parcelas vencidas e não pagas da dívida.

Art. 5º. O Poder Executivo encaminhará à Câmara Municipal, no prazo de trinta dias, contados da contratação da operação de crédito autorizada por esta Lei, cópia do respectivo instrumento contratual.

Art. 6º. Os orçamentos municipais consignarão, obrigatoriamente, as dotações necessárias às amortizações e aos pagamentos dos encargos anuais, relativos às operações de crédito a que se refere o art. 1º desta Lei.

Art. 7º. Fica o Chefe do Executivo autorizado a abrir créditos adicionais ao orçamento, se necessários, destinados ao pagamento das obrigações decorrentes das operações de crédito de que trata esta Lei, e que se vençam neste exercício, bem como para assegurar a participação de recursos próprios nas inversões necessárias para implantação dos projetos, e ainda, abrir créditos no valor total, em caso de inexistência de dotações orçamentárias próprias para assegurar a realização do programa autorizado nesta Lei, podendo promover quaisquer modificações orçamentárias necessárias ao cumprimento do disposto nesta Lei.

Art. 8º. Esta Lei entra em vigor a partir de sua publicação oficial, revogando-se as disposições em contrário.

Gabinete do Prefeito Municipal de Mairi - BA, em 13 de julho de 2011.


ANTÔNIO CEDRAZ CERNEIRO

Prefeito Municipal





JUSTIFIFCATIVA

Senhor Presidente,

Senhores Vereadores,





A operação de crédito que versa o presente Projeto de Lei, tem por objeto a captação de recursos para viabilizar a execução de melhorias na infra-estrutura urbana de nossa cidade, especialmente à pavimentação em paralelepípedos das ruas, travessas e avenidas Armando Navarro, Teodoro Lopes, Deraldo Cedraz, Godofredo Dutra, Godofredo A. Soares, Bolívar Gomes, João Borges, Manoel Gonçalves (Bairro Alto da Boa Vista), Josias Gonçalves, Delmira Almeida, Leibtz Gomes, Davino Lisboa, Afonso Pedreira (Bairro Itapuã/Lapinha), Cantidio Batista, Isaac Oliveira Nunes, Vitor Almeida, Edimário Souza (Bairro Reviver), Travessa da Palha, Ruas Um, Dois e Três (Loteamento Missionário), Campo Velho, Nova, Pedro Celestino (Povoado de Bonsucesso), Rua da Nação (Distrito da Aroeira), João Soares, Rui Barbosa, José Salustiano da Rocha, Honorato Soares, Diolino Gomes (Distrito do Angico), André Luiz Nunes de Oliveira (Bom Jardim) e Rua do Recreio (Bairro da Preguiça) e das Praças Deraldo Cedraz, da Bíblia (sede) e Cândido Nunes (Distrito de Angico), totalizando uma área aproximada de 30.000 m² (trinta mil metros quadrados) a ser pavimentada.

Os trechos, acima mencionados, foram estrategicamente escolhidos porque compõem um grupo de ruas com pouca ou sem qualquer infra-estrutura e que dão acesso direto a locais públicos proporcionando mais segurança, maior conforto e melhores condições de trafegabilidade de pedestres e veículos. No que se refere à Travessa da Palha e às Ruas Um, Dois e Três no Loteamento Missionário, necessitam urgentemente de uma ação que vise proporcionar melhorias no seu sistema de tráfego de veículos e pedestres, principalmente nos períodos chuvosos quando as mesmas se tornam intransitáveis, agregando mais segurança e acessibilidade às pessoas, principalmente aos idosos e deficientes físicos.

Com relação às praças acima mencionadas, além do calçamento, também será inserida no projeto arquitetônico uma ampla área de lazer, a qual beneficiará à toda a população, independentemente da idade.

No que tange a operação financeira pleiteada, esta tem os limites, prazos de amortização e carência, os encargos financeiros e outras condições de vencimento e liquidação da dívida a ser contratada, regidos pelas normas pertinentes estabelecidas pelas autoridades monetárias federais.

Deste modo, sintetizada no presente Projeto, está a busca da necessária e indispensável concordância Legislativa, eis que é pré-requisito para a contratação de operações de crédito. O contrato pretendido envolve o montante limitado à R$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil reais).

Mesmo com o nosso esforço administrativo, não será possível realizar esses investimentos por si só, eis o elevado custo de sua execução. A parceria que pretendemos efetuar, nos dará condições para tornar realidade os anseios de nossa população.

Se fizermos um comparativo dos custos operacionais do financiamento poderemos constatar que os mesmos são plenamente viáveis, por serem originários de uma linha de crédito ao setor público, motivo da grande demanda dos Municípios baianos para essa fonte de recursos.

Dada a relevância da matéria, estamos certos de poder contar com o aval dos nobres pares dessa Casa, aprovando este Projeto de Lei, em regime de URGÊNCIA, URGENTÍSSIMA.

Gabinete do Prefeito Municipal de Mairi - BA., em 13 de julho de 2011.

ANTÔNIO CEDRAZ CERNEIRO

Prefeito Municipal









quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Frederico da Silva Costa, Mario Moyses e o Colbert Martins denunciados pelo Ministério Público com mais 18 pessoas


O Ministério Público Federal no Amapá (MPF-AP) ofereceu, nesta terça-feira (30/8), denúncia contra 21 pessoas, entre servidores e empresários investigados pela Operação Voucher, que apurou esquema de desvio de dinheiro no Ministério do Turismo. A informação foi divulgada somente nesta quarta (31/8) pelo MPF-AP.


As denúncias do procurador Celso Leal estão divididas em quatro ações que detalham a participação de cada envolvido no esquema e foram encaminhadas à Justiça Federal da 1ª Região.


Entre os denunciados, estão o ex-secretário executivo do Ministério do Turismo, Frederico da Silva Costa, o ex-presidente do Instituto Brasileiro do Turismo (Embratur) Mario Moyses e o ex-deputado federal peemedebista Colbert Martins, que ocupava a secretaria nacional de Desenvolvimento de Programas de Turismo.


Os envolvidos são acusados de formação de quadrilha, falsidade ideológica, peculato – obtenção de vantagem em razão do cargo – e uso de documento falso.



De acordo com o MPF, os autos do processo com evidências de participação da deputada federal Fátima Pelaes (PMDB-AP) serão encaminhados à Procuradoria-Geral da República (PGR), pois só o órgão pode oferecer denúncia contra parlamentares no Supremo Tribunal Federal (STF), devido à prerrogativa de foro.



O esquema, que levou 36 pessoas à prisão no início do mês, resultou no desvio de cerca de R$ 4 milhões do Ministério do Turismo, por meio de contratos com o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (Ibrasi), para qualificar servidores na área de turismo no Amapá.



Servidores do Ministério do Turismo e da Caixa Econômica Federal falsificram documentos na tentativa de comprovar ao Tribunal de Contas da União (TCU) a execução de serviços que não foram prestados. A Operação Voucher foi desencadeada no início deste mês pela Polícia Federal (PF).