sexta-feira, 16 de setembro de 2011

As obras do Metrô de Salvador, que se arrastam há 11 anos




O Metrô de Salvador foi lançado no ano 2000 e a previsão era de que, a um custo de R$ 325 milhões, os quase 12 quilômetros de trilhos fossem entregues para a cidade em três anos e meio. Onze anos depois, a construção já consumiu R$ 585 milhões e apenas 6,5 km foram concluídos, mas não funcionam. Desde então, casos de má gestão, superfaturamento, desvio de recursos e alterações no projeto original foram descobertos. No ano passado, o Ministério Público Federal propôs a ação por improbidade administrativa contra seis construtoras e 11 ex-gestores por suspeita de irregularidades, inclusive na licitação. Entre outros absurdos, descobriu-se que só para guardar os vagões num galpão, durante um ano e nove meses, gastou-se R$ 1,5 milhão.


Histórico de atrasos



As obras do metrô de Salvador começaram, sob responsabilidade do consórcio Metrosal, formado pelas empresas Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Siemens. O cronograma previa a construção de 12 quilômetros, na primeira etapa do projeto, que deveria estar concluída em quatro anos.

Desde então, sucessivas suspensões da obra foram determinas pela Justiça devido a suspeitas de irregularidades, incluindo superfaturamento. Também as greves dos trabalhadores prejudicaram o andamento dos trabalhos.

O projeto original passou por um processo de reformulação que o reduziu à metade a meta de construção, resumindo-se a seis quilômetros. As obras já consumiram cerca de R$ 1 bilhão dos cofres públicos, quando a previsão era de R$ 400 milhões para todo o percurso de 12 quilômetros – que ligava o centro da cidade aos bairros de Pau da Lima e Pirajá, dois dos mais populosos da capital.

“A população que mora no subúrbio e que mais necessita desse tipo de transporte não será completamente atendida. Terá que ficar pela metade do caminho”, comenta Paulo Roberto Silva dos Santos, secretário-geral do Sindicato da Indústria Pesada, que congrega os trabalhadores do metrô.


“Pelo menos que eu tenha conhecimento, não existe outro [metrô] com essa extensão [de seis quilômetros]. Além de todo esse atraso, só se faz pela metade. É mesmo um absurdo. Só aqui na Bahia”, afirma.

O atual projeto, além de não atender a população, não resolverá os problemas provocados pela crescente frota de automóveis e motocicletas, que torna cada vez mais caótico o trânsito na capital baiana. Pitombo ressalta que, para a operacionalização a contento dessa primeira linha do metrô, será necessário um projeto de integração com os ônibus da região atendida, “muito eficiente”, do contrário, não funcionará.

O projeto original, com todas as suas etapas concluídas, prevendo a abrangência de 40 km, hoje já estaria obsoleto. “O trânsito em Salvador na atualidade é completamente diferente do que existia há 11 anos, O grande desafio do momento é oferecer um transporte público de qualidade, que motive os donos de carros a deixarem os seus veículos em casa.


Para isso, ressalta, o metrô teria que atender à clientela cativa do transporte coletivo e a essa outra que anda de carro. “Se a primeira etapa fosse concluída na íntegra, já não proporcionaria esse resultado, quanto mais sendo apenas seis quilômetros.”


Segundo os administradores da obra, ainda faltam R$ 80 milhões para terminar a obra.  Embora a metade da primeira etapa ainda não esteja completamente finalizada, os governos estadual e municipal planejam a conclusão para a Copa do Mundo de 2014.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

As crises que atingiram o governo Dilma

Com a demissão de Pedro Novais nesta quarta-feira, sobe para cinco o número de ministros que deixam o governo Dilma Rousseff em apenas 9 meses.


 


 








Três deles são do PMDB, partido do vice-presidente Michel Temer.


Dilma aceita demissão de ministro do Turismo

Saiba mais sobre o ex-ministro Pedro Novais

Saiba quais ministros do governo Dilma já deixaram o cargo

Ministro pagou governanta com verba pública por 7 anos

Ministro do Turismo usa servidor público como motorista da mulher



TURISMO



Ex-ministro do Turismo Pedro Novais (PMDB)

A situação de Novais ficou insustentável no Planalto e dentro de seu próprio partido depois de duas revelações da Folha: a de que ele pagou com dinheiro público o salário de sua governanta por sete anos e a de que sua mulher usa irregularmente um funcionário da Câmara dos Deputados como motorista particular.

Ele estava em situação delicada desde o começo de agosto quando uma operação da Polícia Federal prendeu 35 pessoas, incluindo o então secretário-executivo do Ministério do Turismo, Frederico Costa.

Logo após a sua nomeação, em dezembro de 2010, o jornal "O Estado de S. Paulo" revelou que Novais usou R$ 2.156 da sua cota parlamentar para pagar despesas de um motel em São Luís, em junho do ano passado.

No mesmo mês, a Folha mostrou que Novais foi flagrado em escutas da Polícia Federal pedindo ao empresário Fernando Sarney que beneficiasse um aliado na Justiça Federal.

AGRICULTURA


 Ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi (PMDB)

No dia 17 de agosto, o então ministro da Agricultura, Wagner Rossi (PMDB), pediu demissão, atingido por uma onda de acusações que apontou pagamento de propinas, influência de lobistas e aparelhamento político em sua gestão no ministério. Foi substituído por Mendes Ribeiro (PMDB).

Os problemas do ministério começaram quando o ex-diretor financeiro da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), Oscar Jucá Neto, irmão do líder no governo no Senado, Romero Jucá (PMDB), afirmar que havia "bandidos" no órgão e sugerir que Rossi participava de esquemas de corrupção.

Após nova reportagem da revista "Veja", desta vez sobre a atuação de um lobista no ministério, o então secretário-executivo da pasta, Milton Ortolan, pediu demissão do cargo.

A situação do ministro se agravou após Israel Leonardo Batista, ex-chefe da comissão de licitação da Agricultura, afirmar em entrevista à Folha que o Ministério da Agricultura foi "corrompido" após a chegada de Wagner Rossi à pasta. Segundo Batista, o ministro colocou pessoas no assinar o que não devem".

Outra acusação que atingiu o ministro foi a revelação, pelo jornal "Correio Braziliense", de que Rossi e um de seus filhos, o deputado estadual Baleia Rossi (PMDB-SP), viajaram várias vezes em um jatinho pertencente a uma empresa de agronegócios. Ele admitiu ter pegado carona no avião.


DEFESA



Ex-ministro da Defesa Nelson Jobim (PMDB)


A queda de Nelson Jobim (PMDB) do Ministério da Defesa, ocorreu no dia 4 de agosto, após desavenças com Dilma e declarações de que havia votado em José Serra (PSDB) na eleições presidenciais. Foi substituído por Celso Amorim.

A situação piorou após Jobim dizer, à revista "Piauí" a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) é "fraquinha" e que Gleisi Hoffmann (Casa Civil) "sequer conhece Brasília".

Antes, Jobim também causou constrangimento ao Planalto, na solenidade de homenagem ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Na ocasião, disse ser preciso tolerar a convivência com "idiotas", que "escrevem para o esquecimento". Ele explicou que se referia a jornalistas, mas petistas entenderam como recado ao governo.

TRANSPORTES



Ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR)

Em 6 de julho, foi a vez de Alfredo Nascimento (PR) se demitir dos Transportes no dia 6 de julho, após ter seu nome envolvido em um escândalo de superfaturamento de obras e recebimento de propina envolvendo servidores e órgãos. Foi substituído por Paulo Sérgio Passos (PR).

A crise começou com revelação pela revista "Veja" de suposto esquema que envolvia dois assessores diretos do então ministro. O ex-diretor-geral do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Luiz Antonio Pagot, e o ex-diretor-presidente da Valec (estatal de obras ferroviárias), José Francisco das Neves, também foram citados.

Segundo a revista, o esquema seria coordenado pelo secretário-geral do PR, Valdemar Costa Neto, e renderia ao partido até 5% do valor dos contratos firmados pela pasta e sob a gestão do Dnit e da Valec. Costa Neto não tem cargo na estrutura federal.

A crise se intensificou com reportagem do jornal "O Globo" revelando que o patrimônio do filho do ministro, Gustavo Morais Pereira, cresceu 86.500% em dois anos. O caso é investigado pelo Ministério Público Federal do Amazonas.


RELAÇÕES INSTITUCIONAIS



Ministros Luíz Sergio e Ideli Salvati


No dia 10 de junho, Dilma fez uma troca entre os ministros Ideli Salvatti e Luiz Sérgio. Ela deixou a Secretaria de Pesca e assumiu a Relações Institucionais, enquanto ele fez o caminho contrário.

A troca aconteceu após longo processo de fritura de Sérgio. Na prática, a articulação política vinha sendo feita por Palocci.

Com a substituição de Palocci por Gleisi Hoffmann em uma Casa Civil menos política e mais gestora, como queria Dilma, grupos do PT passaram a fazer abertamente forte pressão pela troca do petista.

Embora Dilma tivesse demonstrado contrariedade com o processo de fritura, Sérgio disse que a situação ficou insustentável e decidiu pedir demissão.
Na sua breve passagem pela Relações Institucionais, Luiz Sérgio não conseguiu fazer a interlocução do governo com os partidos e com a base aliada, chegando a ser apelidado, ironicamente, de "garçom" --pois só anotava os pedidos.


CASA CIVIL



Ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci (PT)

O primeiro ministro a deixar o governo, em 7 de junho, foi Antonio Palocci (PT). Gleisi Hoffmann (PT-PR) substituiu Palocci.

Após 23 dias de crise, ele entregou o cargo a presidente depois de a Folha revelar que o ministro multiplicou seu patrimônio por 20 entre 2006 e 2010, quando ele foi deputado federal e manteve, paralelamente, uma consultoria privada.

A Projeto, empresa aberta por Palocci em 2006 --quando afirmou ter patrimônio de R$ 356 mil-- também comprou, em 2009 e 2010, imóveis em região nobre de São Paulo no valor total de R$ 7,5 milhões.

Palocci afirmou que não revelou sua lista de clientes a Dilma, atribuiu as acusações a ele a uma "luta política" e disse que ninguém provou qualquer irregularidade na sua atuação com a consultoria Projeto

Foi a segunda vez que Palocci deixou o governo após um escândalo --em 2006 deixou o Ministério da Fazenda após suspeitas de ter quebrado o sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Pedido de Collor sobre sigilos deve constranger Dilma na ONU




Um requerimento apresentado pelo senador Fernando Collor (PTB-AL) deve atrasar ainda mais a votação da Lei de Acesso à Informação.



Com isso, dificilmente ela será aprovada a tempo de a presidente Dilma Rousseff apresentá-la à Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), na qual participará na semana que vem de um debate justamente sobre transparência governamental.



Sigilo eterno é 'mecanismo mínimo de salvaguarda', diz Collor


Entidades pedem rapidez na votação de lei sobre sigilo eterno


Sarney diz apoiar prazo de 50 anos para fim de sigilo


O requerimento de Collor, do início deste mês, foi enviado ao GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência, pedindo informações sobre documentos sigilosos no órgão.

Segundo o regimento do Senado, só depois de o pedido do petebista ser respondido é que a matéria poderá continuar sua tramitação na Casa. O GSI tem até o dia 12 do mês que vem para enviar suas respostas.

"A presidente vai ter que se contentar a falar que o governo é aberto, mas que está faltando uma ferramenta", disse o senador Walter Pinheiro (PT-BA).



Para o petista, Collor age em causa própria e prejudica assim a imagem internacional do país.



A estratégia de Collor contou com auxílio do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que levou uma semana para despachar o documento ao GSI



Ex-presidentes, Collor e Sarney já se posicionaram contra o projeto, que conta com o aval do Planalto e prevê que documentos classificados como ultrassecretos sejam mantidos em sigilo por 25 anos, prorrogáveis pelo mesmo período. Collor propôs em seu relatório já apresentado na CRE o sigilo eterno para esses documentos.


Walter Pinheiro disse que vai pressionar o GSI a responder rapidamente o requerimento. Até a conclusão desta edição, o órgão não informou quando responderá.



 O petebista, que é presidente da Comissão de Relações Exteriores, ainda pretende fazer duas audiências públicas para discutir o projeto antes de colocar a proposta em votação.


Ainda assim, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse que vai tentar um acordo para votar o projeto na semana que vem diretamente no plenário. "Já passou o tempo", afirmou.

domingo, 11 de setembro de 2011

Americanos se uniram para lembrar os dez anos após o 11 de Setembro





Emocionados, levando bandeiras e flores, os americanos unidos lembraram neste domingo (11/9) as cerca de 3.000 vítimas dos atentados de 11 de setembro, dez anos depois da tragédia que ficará para sempre inscrita em sua memória coletiva. Em Nova York, em um raro gesto de unidade, os presidentes Barack Obama e George W. Bush assistiram juntos, ao lado de suas esposas Michelle e Laura, à cerimônia em que, a cada ano, as famílias citam os nomes de seus entes queridos que se foram.

Atrás de um vidro à prova de balas, o presidente Obama leu o salmo 46 da Bíblia, que fala de Deus como "nosso refúgio e nossa força". Um coral de adolescentes cantou o hino americano. No local em plena reconstrução do World Trade Center, uma multidão emocionada parou em seis ocasiões em um minuto de silêncio: o sino ressoou no instante exato dos ataques contra as torres e contra o Pentágono, no momento em que um avião caiu na Pensilvânia, e no horário em que as torres desabaram, deixando no total 2.977 mortos, sendo 2.753 em Nova York.

Com a voz muitas vezes embargada pela emoção, parentes, filhos, maridos, esposas, irmãos e irmãs, lembraram seus mortos. "Gostaria que meu pai estivesse aqui para me ensinar a dirigir, para me ver paquerar as garotas, para me ver passar em minhas provas" declarou Peter Negron, que tinha três anos quando seu pai, Peter, morreu no WTC. “Do fundo do meu coração, nunca vou te esquecer", disse uma menina às lágrimas sobre seu falecido marido. Papai, você me deu a vida, gostaria que você estivesse aqui comigo", disse Nicholas Gorki, de 9 anos, a alguém que ele não chegou a conhecer.
"Gostaria que meu pai estivesse aqui" declarou Peter Negron, que tinha três anos quando seu pai, Peter, morreu no WTC


A segurança foi reforçada em toda a cidade, em razão de uma ameaça "plausível, mas não confirmada" de atentado da Al-Qaeda. Apertando fotos sobre seus corações, as famílias conheceram o memorial do 11 de Setembro, um espaço de três hectares com carvalhos, que será aberto ao público na terça-feira.

Duas imensas piscinas em granito negro, instaladas no local onde as torres estavam erguidas, levam em suas bordas os nomes gravados em bronze das vítimas dos atentados e os das vítimas de um primeiro ataque contra o WTC em 1993: são 2.983 nomes no total.
Várias famílias foram neste domingo acariciar esses nomes, levando rosas ou pequenas bandeiras americanas.

Em razão da violência do choque, para mais de 1.000 vítimas dos atentados, nem ao menos um traço de DNA foi encontrado, o que torna o significado dos nomes gravados ainda mais forte para as famílias.

Rosas foram depositadas sobre os painéis de bronze (Don Emmert)
Rosas foram depositadas sobre os painéis de bronze


A cerimônia reuniu também o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, e seu antecessor, Rudy Guiliani. Ela foi realizada quatro meses depois da morte do líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, morto no Paquistão por um comando americano no dia 2 de maio. Uma morte que ajudou alguns americanos, cansados de dez anos de guerra e mais preocupados com a crise econômica ou com as profundas divisões políticas, a virarem lentamente a página.

 (Noah K. Murray)
Obama, que se disse "particularmente emocionado" com a cerimônia de Nova York, e com a "serenidade" do novo memorial, viajou depois com sua esposa Michelle para Shanksville (Pensilvânia). Lá, ele depositou uma coroa de flores brancas em memória dos 40 passageiros e membros da tripulação do Voo 93 que caiu, quando essas pessoas tentaram impedir que os terroristas jogassem a aeronave, provavelmente, sobre o Capitólio, em Washington. "Nós preservamos nossos valores, preservamos nosso caráter", afirmou Obama, reconhecendo "os erros" após o 11 de Setembro em uma entrevista concedida à rede de televisão NBC.

Logo depois, o presidente seguiu para o Pentágono, onde os atentados deixaram 184 mortos, para uma nova homenagem com flores. Uma cerimônia tinha sido realizada pouco antes, na presença do vice-presidente Joe Biden, e do secretário de Defesa, Leon Panetta.
Este homenageou as tropas americanas por seus sacrifícios, graças aos quais "a nação está hoje mais segura e mais forte".

As duas guerras no Afeganistão e no Iraque, iniciadas após o 11 de Setembro, mataram mais de 6.200 soldados americanos e custaram centenas de bilhões de dólares aos Etados Unidos.No sábado, cinquenta militares americanos ficaram feridos, além de outros soldados da coalizão, quando um terrorista suicida explodiu um caminhão-bomba na entrada de uma pequena base da Otan, no centro do Afeganistão.

Vários outros eventos estavam previstos para este domingo em Nova York, entre eles um em memória dos 343 bombeiros mortos no 11 de Setembro. Uma breve cerimônia foi realizada neste domingo no US Open de tênis, antes do início da final feminina entra a americana Serena Williams e a australiana Samantha Stosur, para marcar o aniversário dos ataques.

No domingo, 9 de setembro de 2001 em Flushing Meadows, próximo à ilha de Manhattan, a vitória do australiano Lleyton Hewitt sobre o americano Pete Sampras tinha sido um dos últimos eventos esportivos disputados em Nova York antes da queda das torres gêmeas.
Dez anos depois, os organizadores marcaram o aniversário com uma cerimônia na quadra Arthur Ashe, o maior estádio de tênis do mundo (23.000 lugares), durante a qual a cantora e atriz Queen Latifah, que havia apresentado a primeira cerimônia de aniversário no US Open, em setembro de 2002, cantou o hino nacional, e uma bandeira gigantesca cobriu a quadra.

sábado, 10 de setembro de 2011

Garoto é assassinado com tiros nas costas e no tórax, com este 255 assassinatos este ano em Feira de Santana

Mais um homicídio foi registrado em Feira de Santana. O adolescente Igor Vinícius Santos Lima, 16 anos, foi assassinado com vários tiros rua Cordeiro de Farias, no bairro Rua Nova, na noite de ontem (9).



O jovem foi atingido no tórax e nas costas. Segundo informações os tiros foram disparados por um homem ainda não identificado. O garoto morava na mesma rua onde foi morto.


O motivo do crime também é desconhecido.O corpo foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Este é o nono homicídio registrado neste mês, em Feira de Santana. De janeiro até hoje (10) ocorreram 255 assassinatos na cidade, no mesmo período no ano passado foram registrados 283.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Polícia recua e demite agente flagrado fazendo sexo em capô de carro

A cena foi registrada pelas câmeras de vigilância de um rancho. Na semana passada, polícia disse que ele não teria cometido crime.

Por conta da repercussão negativa, a polícia do estado do Novo México decidiu demitir o policial Bert Lopez, que foi flagrado fazendo sexo em serviço sobre o capô de um carro em plena luz do dia em Santa , segundo reportagem da emissora de TV "Fox".
Policial foi flagrado fazendo sexo em serviço sobre o capô do carro. (Foto: Reprodução)

A cena foi registrada pelasmeras de vigilância de um rancho. Na semana passada, segundo a emissora de TV "KRGE", a polícia havia afirmado que o agente não seria punido, porque não teria cometido nenhum crime. Mas, após o caso ganhar repercussão nacional, a polícia do estado voltou atrás e decidiu demiti-lo. As informações são do G1.

Cadeirante é preso com 500 gramas de crack em Feira de Santana

O acusado foi preso em flagrante por tráfico de drogas. Com ele a polícia encontrou além da droga, um revólver.
Aldo Matos/Acorda Cidade

Após investigações, policiais civis da Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI) prenderam na manhã desta quinta-feira (8), Danilo da Silva, 20 anos, que reside no conjunto Feira VII, em Feira de Santana.

Segundo a polícia, Danilo foi flagrado dentro da casa onde mora portando um revólver calibre 38 e do lado de fora da residência, foram encontrados aproximadamente 500 gramas de crack.
Segundo informações de um investigador da DAI, alguém arremessou a droga por cima do muro ao perceber a presença da polícia.
Danilo que é cadeirante desde que foi baleado com 11 tiros três anos, disse que vive de uma aposentadoria e que a droga não era dele, apenas a arma.
O acusado foi encaminhado a Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), onde foi autuado em flagrante pelo delegado Alexandre Narita.