quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Pastor da Igreja Batista é preso por estelionato


Publicação: 01/01/2012 20:04


O pastor Rubens Ferreira de Moraes, da Igreja Batista Central de Brasília, localizada na 603 Sul, foi preso nesse sábado (31/12) por agentes da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul). Ele é acusado de integrar uma quadrilha de estelionatários. A polícia não divulgou quais foram os golpes praticados pelo líder religioso, de 51 anos, mas o investiga também por receptação de produtos roubados e falsificação de documentos. Segundo informações preliminares, há outros cinco mandados de prisão em aberto contra o pastor, que foi preso em sua casa, na Asa Norte.


O Conselho Eclesiástico da Igreja Batista decidiu afastar Rubens Moraes de suas funções religiosas. Por meio de um comunicado, a direção do templo informou que a medida foi tomada com base nas "investigações da Polícia Civil e do Ministério Público do DF e Territórios".


O pastor nasceu no Pará e começou a frequentar a Igreja Batista em 2000. Ele é um dos fundadores das igrejas Batistas do Guará 2 e de Ceilândia Norte. O presidente da igreja, Ricardo Espíndola, informou que Rubens foi ordenado pastor no início de 2011 e não apresentava nenhum desvio de comportamento.

Não devemos esquecer que na  cidade de Mairi tambem houve um racha na igreja Batista, depois que um Pastor Evangelico se apropriou das reservas financeiras da igreja e sinicamente voltou a igreja Batista, com um discurso para justificar seu ato, falando várias vezes na pregação " Aquele que não tiver pecado que atire a primeira pedra "

Sinceramente amigos minha casa fica perto  e eu ao ouvir me deu vontade de entrar na igreja e jogar um paralelepipedo no sacripanta sínico ! Com esse ato vergonhoso, dezenas  de pessoas se desligaram da igreja acompanhando Enésia que criou " Um Palácio para Deus "  
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Mais um religioso é preso por suspeita de pedofilia, desta vez no Guará





Mais um Religioso Evangelico é preso por suspeita de pedofilia, desta vez no Guará




Publicação: 05/01/2012 10:52

Policiais da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) prenderam nesta manhã de quinta-feira (5/1) um pastor suspeito de pedofilia. O religioso, que já vinha sendo investigado por abusos sexuais contra crianças, foi detido na residência dele, no Guará, após a emissão de um mandado de prisão preventiva. O Correio apurou que o homem pregava em um templo evangélico localizado na Vicente Pires.

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Padre pedófilo é condenado por abusar de coroinha e cumpre pena em Alexânia
Padre acusado de pedofilia teria estuprado cinco crianças da mesma família
Pastor de Samambaia cumpre pena de 50 anos por violentar filhas de fiéis

Ele e sua mulher foram interrogados até por volta das 11h30 e ambos negaram as acusações. A Divisão de Comunicação da Polícia Civil do Distrito Federal disse que os detalhes do caso serão fornecidos à imprensa em uma entrevista coletiva na DPCA, prevista para as 16h.

Em uma semana, é o terceiro religioso preso no DF. Houve o caso de um padre acusado de estuprar seis crianças e de um pastor suspeito de estelionato. Há um mês, um outro pastor foi condenado a 50 anos por estuprar filhos de fiéis, também no DF.
Padre pedófilo é condenado por abusar de coroinha e cumpre pena em Alexânia




Religioso condenado por abusar sexualmente de coroinha de 10 anos cumpre pena em Alexânia (GO) sob os cuidados dos antigos fiéis. Enquanto isso, a vítima e os familiares moram na periferia do DF, esquecidos pelo Estado e pela Igreja


          Local do crime: a Igreja do Imaculado Coração de Maria, em Alexânia, serviu de palco para a violência sexual



Aos 70 anos, o padre Edson Alves dos Santos cumpre pena em uma pequena chácara anexa à precária e vulnerável cadeia de Alexânia. O pároco deixou o altar da catedral da cidade goiana de 23 mil habitantes após laudos e testemunhas provarem que ele era um pedófilo. O religioso acabou condenado por abusar sexualmente de um menino de 10 anos. Recorreu a todas as instâncias. Conseguiu reduzir a punição, mas não a absolvição, pelo menos da Justiça. Com a prisão decretada, fugiu. Ganhou abrigo na casa de um dos frequentadores da igreja. Depois de se entregar, não usou algemas nem ficou atrás de grades. Sob a alegação da idade e de uma diabetes, vive sem escolta ou trabalho, em um lote com sete alojamentos, mas nenhum outro detento, recebendo visita e comida de beatas.

Os responsáveis pela cadeia alegam cumprir uma decisão judicial, para garantir a saúde e a integridade física do ainda padre. No universo bandido, o religioso é um estuprador como outro qualquer. Entre os 43 presos do município distante 95km de Brasília, que passam o dia trancafiados em celas de verdade, imundas e escuras, muitos pedem a cabeça (literalmente) dele. Ameaçam matá-lo na primeira oportunidade.

Fora do presídio, o pároco tem o perdão dos antigos seguidores. Muitos duvidam das provas levantadas pela polícia, pelo Conselho Tutelar e pelo Ministério Público de Goiás, aceitas pela Justiça goiana. Acusam as vítimas de armação, sem explicar qual seria a vantagem obtida pelos coroinhas que dizem ter sido abusados. E colhem assinaturas para pedir a prisão domiciliar do pedófilo.

Após o surgimento da primeira denúncia contra o padre Edson, feita em 2005 por um menino de 10 anos, outros três coroinhas afirmaram terem sido molestados pelo religioso, no interior da catedral da cidade e na casa paroquial. Esses três casos continuam em aberto. Os investigadores alegam dificuldades em obter provas por causa da resistência das vítimas e das testemunhas.

Assim como o garoto de 10 anos, todos deixaram Alexânia com os familiares, depois de as suspeitas ganharem publicidade. Eles passaram a ser malquistos por frequentadores da igreja comandada por Edson e viraram alvo de gozação dos vizinhos, de colegas de escola e de outros moradores. Pobres, sem qualquer apoio do Estado e da Igreja, tentam retomar as vidas no anonimato, em cidades distintas, bem longe de Alexânia.

Sonho de avó

As histórias de abuso sexual atribuídas ao padre Edson tiveram início em 2005, quando ele completava duas décadas à frente da Igreja do Imaculado Coração de Maria, catedral de Alexânia. As suas missas chegavam a durar três horas. Nos sermões, condenava o sexo antes do casamento, o divórcio (em qualquer hipótese), um novo matrimônio após a separação e o uso de preservativos.

Quem o contrariasse era proibido de frequentar o templo, assim como mulheres com decote e saia, além de crianças que não suportassem assistir a uma celebração caladas. Tinha uma multidão de admiradores. Entre eles uma professora de catequese havia 20 anos, organizadora do Encontro de Casais com Cristo e militante de movimentos como a Legião de Maria e a Renovação Carismática. Ela é avó do menino abusado pelo padre.

Contrariando a filha, mãe do garoto, a avó insistiu para que ele virasse coroinha. Acreditava ser a solução para o mau rendimento escolar do menino bonito, tímido, que começava a questionar o paradeiro do pai. Ausente desde o nascimento do filho, o homem nunca o visitou. Morava com outra família. Aos 64 anos, a beata viu realizado um dos seus sonhos. Na missa de 27 de março de 2005, chorou ao ver o neto subir ao altar da paróquia do Imaculado Coração de Maria para ser consagrado.

Cinco meses depois, a “dádiva” virou pesadelo. A mãe do menino e de outras duas crianças, uma diarista casada com um pedreiro, desconfiou ao ver o coroinha com dinheiro em casa. Ele disse ter recebido do padre. Ela o xingou, pensando ser fruto de furto das doações dos fiéis. Mas o garoto negou e explicou tudo em detalhes.

Na frente da mãe e da avó, o coroinha começou o relato: “O padre faz comigo igual o homem faz com a mulher”. Incrédula, ela mandou o neto se calar, mas ele continuou. “Ele tira a minha roupa, levanta a batina, me coloca no colo, fala para eu ficar tranquilo e diz que aquilo é a prática da penetração.”

A avó caiu em prantos. A mãe pegou o filho pelo braço e, a pé, o levou ao hospital municipal. Pediu para o médico fazer um exame de corpo de delito. O profissional ponderou que só poderia fazer o procedimento a pedido da polícia. Então, ela pediu ajuda à delegada da cidade, Silvana Nunes Ferreira, que logo chegou, acompanhada de uma escrivã. O exame confirmou a violação do menino. Havia sinais claros de que ele havia sido abusado várias vezes.

Segredo de Deus

Para não restarem dúvidas, no mesmo dia, policiais civis levaram o coroinha ao Instituto Médico-Legal (IML) de Goiânia, a 140km de Alexânia. Um exame mais elaborado confirmou a violência. Como relatou o menino à mãe, à avó, a conselheiros tutelares, a policiais civis, a psicólogos, a um promotor e a uma juíza — sempre com os mesmos detalhes, a mesma versão —, o padre Edson abusava dele na igreja e na casa paroquial, onde dormiam juntos. O pároco, como consta no inquérito e no processo, obrigava o garoto a praticar sexo oral e anal sob o discurso de que aquilo era um segredo entre os dois e Deus. Logo, o caso tomou conta da cidade. Os mais fervorosos fiéis se revoltaram. Acusaram a família de oportunismo. Diziam que queriam arrancar dinheiro da Igreja, apesar de nunca terem pedido nenhum centavo.

No entanto, à voz dos acusadores havia se juntado a de um seminarista, então com 18 anos. Ex-coroinha do padre Edson, ele procurou a família denunciante e confidenciou também ter sido vítima do assédio do sacerdote. O envolvimento sexual teria durado dois anos, entre 2003 e 2005. Outros dois coroinhas fizeram, na polícia, relatos semelhantes. Eles e o seminarista viraram testemunhas de acusação. Em meio às denúncias, o padre Edson continuou celebrando missas, mas em capelas na área rural de Alexânia. Durante os sermões, dizia ser vítima de uma armação do coroinha mais velho, que teria ficado indignado por ter sido afastado da paróquia por “desvios sexuais”. O rapaz era homossexual, segundo o sacerdote, algo condenado pela Igreja Católica.

Com base nas provas materiais e nos testemunhos, a juíza Adriana Caldas Santos condenou o padre Edson a 10 anos e oito meses de cadeia, em regime fechado, por atentando violento ao pudor (leia O que diz a lei). A sentença foi publicada em 8 de novembro de 2007. O religioso recorreu em liberdade, alegando cerceamento de defesa. A juíza não acolheu o argumento. Afirmou que sempre esteve assegurado no processo o direito à ampla defesa e ao contraditório. Também afirmou que a denúncia estava formalmente correta e “descreveu com clareza a conduta imputada a acusado e suas circunstâncias”.

A magistrada destacou ainda que o garoto identificou com “absoluta precisão” o local dos fatos, as características físicas do réu, inclusive das partes íntimas, além da forma como o padre o convencia a praticar “os atos libidinosos”.

Sem exposição

Em segunda instância, o sacerdote obteve a única vitória judicial. Não o perdão completo, mas, chamando a atenção para a idade e os supostos problemas de saúde, conseguiu reduzir a pena para sete anos e sete meses de reclusão, em 17 de março de 2009. No entanto, a juíza Adriana Santos mandou prendê-lo após deixar o hospital. O padre havia sido internado em Anápolis (GO) — a 65km de Alexânia — com quadro de hipertensão dias antes da decisão de segunda instância. Teve alta em 23 de março. Do hospital, seguiu para o presídio de Anápolis, sem algemas e no banco dianteiro de um carro descaracterizado da polícia. Nunca foi exposto à imprensa — como ocorre com qualquer pedófilo — nem ficou em cela comum. Acabou libertado em dois meses, graças a uma liminar.

Nesse período, os advogados do sacerdote entraram com dois recursos, um no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outro no Supremo Tribunal Federal (STF). Perderam ambos e, em 10 de maio de 2010, a sentença transitou em julgado. A Justiça, então, determinou a prisão imediata do religioso, que passou a ser considerado foragido. Em 11 de março, às vésperas de completar 70 anos, o padre decidiu apresentar-se espontaneamente.

Policiais civis descobriram que ele havia se escondido em fazendas de fiéis, na região de Olhos D’Água, comunidade rural de Alexânia. Desde então, Edson está afastado das atividades paroquiais, mas não deixou de ser padre. Ainda não usou algemas nem esteve atrás de grades ou nos fundos de um carro de polícia, muito menos chegou a ser exposto à imprensa.

No anexo da cadeia de Alexânia, espaço que deveria abrigar somente condenados no regime semiaberto, o sacerdote circula livremente. A ele, das 8h às 17h, faz companhia apenas um traficante — esse último tem 60 anos, cuida sozinho da horta e precisa voltar à cela comum no fim da tarde. Nenhum outro detento divide o lote com o padre. O terreno de 800 metros quadrados tem muro baixo — sem arame e guarita —, uma grade na frente, com 1,60 de altura, sete quartos com cama, um banheiro, duas janelas e portas comuns, além de varanda.

Em razão de uma diabetes, o pedófilo não come a marmita servida aos demais presos. Uma beata prepara as suas três refeições. Faz questão de entregá-las ao religioso. “Faço isso com muito sacrifício. Não é fácil ver o padre Edson nessa situação”, comentou com o repórter, logo após deixar o almoço, na quarta-feira, a mulher de 63 anos, que pediu para não ter o nome publicado. O sacerdote usa a roupa que quiser. Uma vez por semana, sem enfrentar fila, ele é examinado no hospital municipal. Vai e volta no banco da frente do carro do sistema penitenciário. Nunca constataram nada de grave para a sua saúde.

O que diz a lei

Mudanças na tipificação

Antes de agosto de 2009, o Código Penal previa o crime de estupro no artigo 213 e o atentado violento ao pudor no artigo 214. Para cada um deles, a pena era de seis a 10 anos de reclusão. Com a mudança na lei, as duas condutas acabaram aglutinadas em um único artigo, com a seguinte redação e a mesma pena: “Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

PASTOR EVANGELICO DE SAMAMBAIA CUMPRE PENA DE 50 ANOS POR VIOLENTAR FILHAS DE FIÉIS

Publicação: 03/01/2012
Os abusos atribuídos ao religioso ocorreram entre 2005 e 2010, segundo a polícia de Samambaia (Monique Renne/CB/D.A Press - 15/6/11)
Os abusos atribuídos ao religioso ocorreram entre 2005 e 2010, segundo a polícia de Samambaia

Manoel Teoplício de Souza Ribeiro completou 52 anos no último dia 28, longe dos amigos, da família e das crianças que sempre o cercaram. O pastor evangélico carismático, de palavras poderosas e capaz de criticar com veemência o uso de maquiagem e de calças por mulheres, está condenado a 50 anos e 10 meses de cadeia por estupro. A sentença foi definida pela Justiça do DF há um mês.

O pastor Téo, como era conhecido na comunidade, vive trancafiado no Complexo Penitenciário da Papuda desde junho, quando teve a prisão preventiva decretada. As vítimas dele são seis garotas. Elas tinham entre 4 e 11 anos na época dos abusos. Em comum, além da beleza física, são de famílias que frequentavam a Assembleia de Deus Comadeplan, em Samambaia, onde o condenado pregava.

Os crimes atribuídos ao religioso ocorreram entre 2005 e 2010. Mas a polícia só começou a investigá-los em 12 de janeiro do ano passado, quando a 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia) recebeu a denúncia de um homem dizendo ser tio de uma suposta vítima do pastor. A menina tinha 7 anos e havia contado aos familiares que Téo tocava em suas partes íntimas.
Ao saber das revelações, a irmã mais velha, então com 11 anos, decidiu também revelar aos parentes as investidas sofridas do mesmo homem. Ambas relataram terem sido abusadas diversas vezes na casa dele e na delas. Elas repetiram as histórias, em detalhes, a psicólogas da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). A partir desse caso, desconfiados de que não se restringia às duas, agentes da 26ª DP ampliaram a apuração.

Ao longo de seis meses, agentes da Seção de Atendimento à Mulher da unidade policial colheram 22 depoimentos. Por meio dos testemunhos, os investigadores traçaram o perfil do pastor e levantaram provas. Maranhense de Chapadinha, município com cerca de 70 mil habitantes, ele morou em Ceilândia e ganhou a vida como pedreiro. Depois disso, mudou-se para Samambaia e virou líder evangélico. Quando assumiu a Comadeplan, no fim dos anos 1990, conquistou uma multidão de fiéis. A confiança era tão grande que, em 2005, uma das frequentadoras deixou a filha morar com ele.

A mãe tomou tal decisão ao se casar. Ela mudaria para Flores de Goiás, a cerca de 250km de Brasília, mas queria que os filhos continuassem em Samambaia por conta das melhores condições de estudo. “Ele (o pastor) pediu para ficar cuidando dela. Disse que ela faria companhia para a filha dele. Insistiu tanto que eu deixei”, conta a mãe. Mas quatro meses depois o religioso telefonou para a fiel dizendo que não queria mais a presença da garota na casa. A mãe não poupou a filha, sem querer saber o motivo da então pré-adolescente não querer ver o pastor nem ir à igreja.

Vergonha

A mãe da vítima, que hoje tem 17 anos, só soube dos crimes do pastor Téo depois que policiais civis brasilienses procuraram a família. “Um dia estávamos brincando no sofá de casa e ela me revelou o que se passou no tempo em que morou na casa dele. O meu mundo desabou. Além dos abusos sexuais, ele a obrigava a fazer os serviços de casa. Ela não quer tocar mais no assunto”, lembra a mulher, hoje envergonhada.

Já as duas irmãs que deram início à investigação foram violentadas em 2008 e em 2009. A mais nova tem hoje 9 anos. Tornou-se uma criança ansiosa e inquieta, de acordo com a mãe, que cria as meninas com o atual companheiro. O pai delas mora no Rio de Janeiro. A mais velha, de 13 anos, prefere se isolar. Ambas evitam lembrar os abusos. O assunto também é evitado pela mãe e pelo padrasto.

As perseguições por parte de alguns seguidores do religioso se estenderam a uma das meninas estupradas por ele. Ela, que tinha 11 anos na época do crime, foi recriminada pelos próprios familiares, após contar sobre os abusos. O Correio conversou com a adolescente, hoje com 14 anos. Discriminada por quase todos os parentes, ela mora com a mãe e uma avó. Antes de qualquer pergunta da equipe do jornal, ela quis saber do tempo de condenação do religioso. Ao ser informada, sorriu.

''Um filme de terror''

''O pastor Téo tratava as pessoas bem, todos gostavam e confiavam nele. Estava sempre rodeado de crianças. Aos fins de semana, reunia as meninas na casa dele. Algumas até dormiam lá, pois ele dizia que elas faziam companhia para as filhas. Eu confiava em deixar a minha também. A minha filha ia sempre aos cultos comigo, mas ela começou a querer usar calça e maquiagem. Ele a reprimia, dizendo que estava com o diabo no corpo. Como forma de castigo, ele a isolou e não quis dar nenhuma função para ela dentro da igreja. O tempo foi passando e descobri que o homem que dava sermões bonitos é mentiroso e dissimulado. Só fiquei sabendo dos abusos sexuais que ele praticou contra a minha filha seis anos depois. Me doeu muito, deu indignação. Toda vez que eu penso nisso passa um filme na minha mente, como se fosse um filme de terror. Espero que ele pague por tudo o que fez.''



 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

OS  MAIRIENSES ESTÃO NAS MÃOS DE JESUS, POR QUE O HOSPITAL ESTÁ EM SUCATEAMENTO  VERGONHOSO.


Esta semana li novas  noticias nos blogs de nossa região falando da precariedade do atendimento com faltas de médicos,  e sobre  irresponsabilidades de condutores de Ambulâncias, dos descasos da saúde em Mairi.
Estou  em Feira de Santana e, recebi a triste noticia de que mais uma pessoa precisava ser transferida urgentemente e o ideal era que fosse em  uma UTI –Móvel ,  comentários   que chegaram foi que além de não haver  uma Ambulância disponível, existia também o problema de falta de oxigênio.
É realmente revoltante vê que as pessoas queridas, amigos, familiares vim a óbito pelo descaso da saúde publica em Mairi, pela falta de médicos e pela omissão de socorro do poder publico.
Que me perdoe os leitores pelas palavras mas ‘’ PRA QUE SERVE ESTA PORRA DESSA SAMU EM MAIRI ? “
Segundo eles precisa de autorização para utilizar a SAMU, mais uma vez perdoem-me “ autorização porra  nenhuma “ em se tratando de salvar vidas a prioridade é a vida a burocracia não pode interferir  para prejudicar.
O Servidor da Sefaz  Ademário Santos de Carvalho, para salvar vidas muitas vezes passou por cima das proibições de não se deslocar a não ser a serviço, bateu de frente com vários chefes e usava o veículo oficial quando havia de fato necessidade de prestação de socorro mesmo diante da negativa do superior hierárquico, a vida é mais importante, preferia responder por insubordinação do que pelo crime de Omissão de Socorro.
O descaso com a saúde em Mairi salta aos olhos até dos cegos ! O Hospital Luiz Eduardo de Mairi, diversos equipamentos necessários em diversos atendimentos, principalmente traumatologia,  sem funcionar, e com médicos abandonando o serviço antes da chegada do substituto deixando a população revoltada com o descaso. 
A Dona de casa Maria Lucia R. Santos, residente a rua Sisinio Pamponet 30, na cidade de Mairi,  recebeu um relatório Médico, onde relatas a urgente necessidade de internamento em um hospital  especializado em dispnéia (falta de ar, asma), tal documento foi encaminhado a Secretaria de Saúde do Município de Mairi e foi tratado com descaso, simplesmente jogaram em qualquer gaveta sem dá a devida importância a vida, já fazem mais de 90 dias que D. Lúcia encaminhou a documentação pela Secretaria de Saúde.

Negligência ?
Descaso ?
Mau caratismo  ?
Ou em Mairi saúde nunca foi prioridade ?
Até quando vai continuar esse desrespeito para com a vida ?

Bahia é o estado que mais recebeu recursos do Bolsa Família em 2011

Em todo o Brasil foram transferidos R$16,7 bilhões, um aumento de 19,4% em relação a 2010
Ed Santos/Acorda Cidade


 

A Bahia é o estado com maior número de beneficiados do Bolsa Família. Em 2011, 1.752.993 famílias receberam do governo federal mais de R$ 2 bilhões. O estado também tem o maior número de beneficiados do país: 12.631.

No primeiro ano do governo Dilma Roussef foram transferidos R$ 16,7 bilhões a 13,3 milhões de famílias em todo o Brasil, 19,4% em relação aos R$ 13,4 bilhões de 2010, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social.

Reforçada pelo Plano Brasil Sem Miséria, a transferência de renda priorizou o combate à pobreza infantil e juvenil com reajustes diferenciados para essas faixas etárias e ampliação – de três para cinco por família – do limite de benefícios variáveis vinculados ao público de até 15 anos.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Planos de saúde terão que cobrir 69 novos procedimentos a partir de hoje

As operadoras de planos de saúde que não cobrirem os procedimentos listados pela ANS estão sujeitas à multa de R$80 mil.
 
Reprodução

                                   Foto: Reprodução


Agência Brasil - A partir deste domingo (1º), as operadoras de planos de saúde terão que oferecer cobertura para mais 69 procedimentos médicos. Entre os novos serviços estão 41 cirurgias por vídeo, como a cirurgia bariátrica (de redução de estômago) e a de tratamento de refluxo gastroesofágico. Com o acréscimo, a lista passa a ter 3.132 procedimentos.

Outras novidades são a ressonância magnética para pessoas com câncer, o tratamento de doença ocular com aplicação de injeções e o uso de medicamentos especiais em casos de artrite reumatóide, além do uso de novas tecnologias para o tratamento de pacientes com câncer de colo retal com metástase.

A lista completa de procedimentos pode ser acessada
no site da ANS. A agência criou um buscador em que o usuário poderá pesquisar se o procedimento que precisa fazer está coberto pelo plano de saúde.
O rol de novos serviços beneficia os usuários de planos de saúde contratados a partir de 1º de janeiro de 1999 ou adaptados à nova legislação. De acordo com a ANS, a inclusão das novas coberturas não levará a aumentos imediatos no valor das mensalidades. O impacto financeiro das mudanças será avaliado, e caso justifique reajuste, esse será feito em 2013.

As operadoras de planos de saúde que não cobrirem os procedimentos listados pela ANS estão sujeitas à multa de R$80 mil. Para denunciar o descumprimento de procedimentos da lista, o consumidor pode ir a um dos núcleos da ANS ou ligar para o Disque ANS, no número 0800 701 9656