domingo, 5 de janeiro de 2014

Morre o cantor Nelson Ned, o "Pequeno Gigante da Canção”

Divulgação
O Brasil se despede do "Pequeno Gigante da Canção”. O cantor Nelson Ned morreu na manhã deste domingo (5) no Hospital Regional de Cotia, em São Paulo. O artista, de 66 anos, estava internado desde sábado com pneumonia. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Saúde, ele morreu em decorrência de "complicações clínicas". 
 
Natural de Ubá, Minas Gerais, Nelson Ned fez fama como cantor de músicas românticas nos anos 60, quando já vivia no Rio de Janeiro. Em 2003, o cantor sofreu um acidente vascular cerebral. Ele vivia em São Paulo, sob a guarda e cuidados de Neuma, uma de suas irmãs. O AVC afetou sua parte vocal, assim como memória.
 
Cria de Chacrinha
Em sua carreira artística ele gravou 32 discos em português e espanhol e vendeu cerca de 45 milhões cópias, sendo que o seu maior sucesso foi a música “Tudo Passará”. Um dos seus maiores apoiadores foi o Chacrinha, apesar de que foi o radialista Aldair Pinto, da rádio Inconfidência de Belo Horizonte, quem lhe deu a primeira oportunidade de cantar no rádio, logo no início dos anos 60. 

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

REI DO BREGA: Médicos explicam causa da morte de Reginaldo Rossi



Os médicos responsáveis pelo quadro de Reginaldo Rossi explicaram a causa da morte do cantor pernambucano. Em coletiva de imprensa, realizada no Hospital Memorial São José na manhã desta sexta-feira (20), falaram que o cantor faleceu às 9h25 devido a complicações do câncer do pulmão. Os médicos tentaram reanimá-lo diversas vezes, sem sucesso. Na noite de quinta-feira (19), a última radiografia mostrou uma melhora no quadro de derrame pleural.
O governador Eduardo Campos e o prefeito Geraldo Julio decretaram luto oficial de três dias no Recife e em Pernambuco em decorrência do falecimento do cantor Reginaldo Rossi, informaram comunicados oficiais na manhã desta sexta-feira (20). 

Relembre a trajetória de Reginaldo Rossi na galeria de imagens


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Índio permanece em árvore após protesto na região do Maracanã

DO RIO

Um índio protesta sobre uma árvore desde a manhã desta segunda-feira contra a desocupação do prédio do antigo Museu do Índio, que fica ao lado do Maracanã, zona norte do Rio. Ele estava na manifestação que terminou com 26 pessoas detidas. 
Para escapar dos policiais, o índio Urutal, da tribo Guajajara, subiu em uma árvore por volta das 10h e ficou a uma altura de 5 metros do chão. Bombeiros tentaram retirá-lo com a ajuda de uma escada Magirus, mas ele se recusou a sair. Por volta das 22h, policiais e bombeiros permaneciam cercando a árvore. 
O protesto de hoje ocorreu quase nove meses depois do confronto que terminou com a desocupação do prédio do antigo Museu do Índio. No domingo (15), cerca de 40 pessoas, entre índios e manifestantes, tinham entrado no prédio sob alegação de que sua demolição estava sendo preparada. 
Os manifestantes argumentam que a desocupação foi feita sem ordem judicial, mas o governo estadual afirma que a decisão judicial de março, que permitiu a retirada dos índios, ainda vigora.

Tomáz Silva/Agência Brasil
Índio permanece em árvore há mais de 12 horas após protesto na região do Maracanã, no Rio
Índio permanece em árvore há mais de 12 horas após protesto na região do Maracanã, no Rio

Os policiais chegaram por volta das 6h. A avenida Radial Oeste, que liga a zona norte ao centro, foi interditada para que fosse feita a desocupação e só foi liberada quatro horas depois, causando grande engarrafamento naquela região da cidade. 

Os ocupantes afirmaram ainda que houve violência no ato policial e que muitos foram atingidos por sprays de pimenta. A PM não se pronunciou. 

O prédio do antigo Museu do Índio e outros quatro imóveis ao redor seriam derrubados para ampliar a área de circulação de torcedores no entorno do Maracanã, mas no início do ano o governador Sérgio Cabral (PMDB) desistiu de demolir o antigo prédio do museu.
O imóvel, então, voltou a ser ocupado por índios. No final de semana, de acordo com a PM, índios e simpatizantes da causa decidiram ocupar um dos quatro prédios vizinhos. 

Em nota, o governo do Estado informou que os quatro prédios ao lado do Museu do Índio serão demolidos para a construção das estruturas temporárias do Maracanã para a Copa do Mundo.
Depois, a área será usada para a construção do Museu do Futebol que, de acordo com o governo estadual, estará pronto para as Olimpíadas.

Tomáz Silva/Agência Brasil
Polícia Militar desocupa prédio do antigo Museu do Índio, ao lado do Estádio Jornalista Mário Filho, no Maracanã
Polícia Militar desocupa prédio do antigo Museu do Índio, ao lado do Estádio Jornalista Mário Filho, no Maracanã
Prisão em regime semiaberto para devedores de pensão pode ser aprovada 

Entre os pontos polêmicos, está o regime de prisão para quem não paga pensão alimentícia  
 
Na última semana de trabalhos legislativos deste ano, o plenário da Câmara dos Deputados dará continuidade à votação do novo Código de Processo Civil (CPC). Entre os pontos polêmicos, está o regime de prisão para quem não paga pensão alimentícia. O novo texto propõe alteração do fechado, que vigora atualmente, para o semiaberto.

A prisão em regime fechado não seria descartada, mas valeria apenas para caso de reincidência. O texto também prevê que os detentos fiquem separados dos presidiários que cumprem penas por crimes violentos. Caso seja impossível, por falta de estrutura, está prevista a prisão domiciliar. A proposta recebeu críticas da bancada feminina da Câmara.

Pendente há várias semanas, a votação dos destaques ao novo CPC , que é um substitutivo a um projeto de lei que trata do assunto, reúne os pontos polêmicos que foram separados pelas lideranças dos partidos para a votação individualizada.

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Na última semana de novembro, os deputados concluíram a votação do texto-base do novo CPC, em sessão extraordinária, que durou cerca de 30 minutos. O texto foi aprovado por unanimidade após acordo de lideranças.

Honorários

Outro ponto polêmico do novo CPC é o que trata de pagamento de honorários aos advogados públicos em causas vencidas a favor do Estado. Lideranças do PP e o PMDB apresentaram destaque pedindo a exclusão do dispositivo que prevê o pagamento. Atualmente, o tema é tratado de maneira diferente: a União incorpora os honorários ao Tesouro e alguns estados dividem entre os profissionais.

Impedimento

Na parte geral do novo CPC, está a ampliação das hipóteses de impedimento de juízes. Atualmente, eles não podem atuar em causas nas quais tenham parentes até segundo grau como parte, advogados ou representantes do Ministério Público. Com o novo CPC, a restrição é estendida aos parentes de terceiro grau e aos escritórios onde atuam os familiares. Fica aberta ainda a possibilidade de conversão pelo juiz de ações individuais repetitivas em ação coletiva.

Consta ainda no trecho votado a regulamentação das diversas possibilidades do uso de videoconferência para atos processuais. Amplia-se de 10% para até 20% a multa máxima para quem apresentar recursos para "criar embaraços" ao processo, os chamados recursos protelatórios. Os prazos passarão a ser contados em dias úteis e não serão aplicados de 20 de dezembro a 20 de janeiro, no que se apelidou de férias coletivas para advogados.
(Com agências)

 

Arruda e Jaqueline Roriz condenados em ação do mensalão do DEM
 (Edilson Rodrigues/CB/D.A Press e Aureliza Corrêa/Esp. CB/D.A Press)
O ex-governador José Roberto Arruda e a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN) foram condenados  em ação de improbidade administrativa por envolvimento na Operação Caixa de Pandora. Manoel Costa de Oliveira Neto, marido de Jaqueline, também foi considerado culpado. O ex-secretário de Assuntos Institucionais e delator do caso, Durval Barbosa, era réu do processo, mas recebeu uma penalidade mais amena por ter colaborado com a Justiça.

Arruda, Jaqueline e Manoel Neto terão que ressarcir R$ 300 mil aos cofres públicos e perderão os direitos políticos por oito anos.  O uso de dois aparelhos de rádio Nextel, cujo serviço foi contratado pelo GDF, também deverá ser ressarcido. O prejuízo ainda será calculado.  O juiz Álvaro Ciarlini, da 2ª Vara da Fazenda Pública, também determinou que os réus paguem R$ 200 mil referente a danos morais. A decisão é de primeira instância e cabe recurso. A soma ultrapassa R$ 1,1 milhão.

A ação é de autoria dos promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.

Jaqueline Roriz foi flagrada, ao lado do marido, Manoel Neto, recebendo dinheiro de Durval Barbosa. Segundo o relato do delator, era pagamento em troca de apoio político a Arruda na campanha de 2006. A hoje deputada federal era oficialmente aliada da então governadora Maria de Lourdes Abadia (PSDB), candidata à reeleição.

A condenação pegou de surpresa a banca de advocacia que defende Arruda no caso. O advogado Edson Smaniotto explica que a denúncia do MP se baseou em um suposto pagamento feito pelo seu cliente a Jaqueline Roriz em troca de apoio na campanha de 2006. “Trouxemos várias provas ao processo que deixam claro que Jaqueline Roriz fez campanha contra o governador Arruda e a favor de Maria Abadia (que então era concorrente ao Palácio do Buriti). Então, como Jaqueline teria recebido para fazer o que não fez? Nosso cliente é inocente e vamos tentar modificar a sentença junto ao Tribunal de Justiça”, disse.
Procurado, o advogado de Jaqueline, Herman Barbosa, informou à coluna que ainda não analisou a sentença. “Vamos estudar a decisão e avaliar os recursos cabíveis”, explica.

Preso após espancar, estuprar e manter presa namorada





Vanderley Amorim dos Santos, 26 anos, foi preso por policiais militares após espancar, estuprar e manter em cárcere privado a namorada, que teve a identidade preservada, em uma residência, localizada no bairro Mangabeira.

 


De acordo com o cabo PM Cotias, a prisão foi efetuada após denúncias de populares.  “Eles tinham um relacionamento que acabou há cerca de 3 a 4 meses, retornaram havia um mês. Tinham ido à confraternização do trabalho dela e com o excesso de álcool, ele se revelou muito violento. Ele deformou o rosto da vítima, fratura na perna, sessão de espancamento e tortura, a manteve em cárcere privado e a estuprou das 1h30 até às 6h30”, explicou o militar. 

Com informações do Folha do Estado

Deputado alega origem judia de Wagner para pedir fim a blitz do IPVA


Deputado alega origem judia de Wagner para pedir fim a blitz do IPVA 
Deputado estadual Euclides Fernandes (PDT)

Blitz foi um intensivo bombardeamento do Reino Unido pela Luftwaffe alemã durante a Segunda Guerra Mundial. O nome provém da contração popular inglesa da palavra alemã Blitzkrieg, ou "guerra relâmpago". Valendo-se dessa constatação de que a blitz foi criada no regime nazista, o deputado estadual Euclides Fernandes (PDT) que por um fim nas blitze realizadas na Bahia. Para o deputado, a operação é um retrocesso e defendeu o uso da "informática" para identificar a "minoria de maus pagadores" sem causar prejuízos ao trânsito.

Ele ainda alega em sua defesa, a origem judia do governador Jaques Wagner que, só por este forte motivo, seria razão suficiente para extinguir essa prática que advém do nazismo. O deputado encaminhou a indicação ao diretor-geral do Detran, Maurício Botelho, e ao comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alfredo Castro