terça-feira, 18 de junho de 2013

Mulher mata marido decepa pênis e dorme com o corpo por 19 dias


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Luzinete Silva de Paula autora do crime
Mais um crime com aparentando crueldade foi praticado por uma mulher na Baixada Fluminense.

Luzinete, como era conhecida, matou o marido a facadas, decepou o pênis e dormiu ao seu lado durante 19 dias. O assassinato foi consumado no bairro Cerâmica, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Luzinete Silva de Paula, de 50 anos, foi presa na segunda-feira (17).

Ao ser interrogado na delegacia, Luzinete, confessou o crime e em seguida falou do seu arrependimento.

Declarou que teve uma crise de ciúmes e, por isso, assassinou Antônio Joaquim de Carvalho, de 78 anos, no dia 28 de maio.

Ela desconfiou que o marido tivesse um caso com outra mulher e o matou. Depois, ficou com o corpo no quarto, porque segundo ela, a sua mente estava bloqueada. Disse ainda que não se alimentou durante os 19 dias. Só tomava café e fumava.

Os policiais chegaram até Luzinete depois de receberem uma denúncia de vizinhos. Eles sentiram um forte cheiro saindo da residência onde o casal morava. Na cama, eles encontraram o corpo de Antônio, em avançado estado de decomposição. Ao lado, um colchonete onde a acusada dormia.

Segundo policiais da 58ª DP, Luzinete passará por avaliação psicológica. Os agentes disseram ainda que ela já foi presa por roubo, furto e uso de drogas
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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Protesto no Maracanã termina em confronto com polícia

por Heloísa Aruth Sturm e Sergio Torres
Protesto no Maracanã termina em confronto com polícia
Um protesto em frente ao Maracanã na tarde deste domingo, quando o estádio recebe o jogo entre Itália e México pela Copa das Confederações, terminou em confronto entre manifestantes e a polícia.

Cerca de mil pessoas foram ao local para reclamar contra os gastos públicos na realização da competição, assim como tinha acontecido no dia anterior em Brasília, antes da abertura entre Brasil e Japão."Copa para quem?", "Quando o povo parar de se conformar, o Brasil vai mudar" e "Desliga a TV e pensa" são alguns dos cartazes levados pelos manifestantes no protesto no Maracanã, parte deles em inglês. Muitas pessoas também levavam a Bandeira Nacional. Mas, apesar do início pacífico, o protesto acabou se transformando em confronto com a PM, provocando cenas de violência nas ruas do Rio.

Tropas da Polícia Militar do Rio jogaram bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral para tentar conter o protesto e evitar que as pessoas se aproximassem do Maracanã. No momento do ataque, os manifestantes cantavam o Hino Nacional. A PM alegou que precisava desocupar a via pública, que estava parcialmente interditada pelos participantes da manifestação.

Asmática, uma manifestante caiu ao chão e teve que ser socorrida por colegas, já que tinha dificuldades de respirar em meio à fumaça. Não há ainda informações sobre outras vítimas. Também não se sabe se há presos pelos cerca de 20 policiais da Tropa de Choque e 16 profissionais da Força de Segurança Nacional, encarregados de reprimir o protesto.

O estudante Daniel Batista, um dos organizadores da manifestação, considerou arbitrária a ação policial, pois o protesto transcorria de maneira pacífica. "Desde o princípio fizemos tudo certo. Entregamos ofício ao 4º Batalhão da PM. O tempo todo negociamos, mas não houve diálogo. Cercaram os manifestantes. Fomos encurralados, quando a polícia deveria nos proteger", afirmou.

domingo, 16 de junho de 2013

Sinho Macedo denuncia no Facebook que Servidores da prefeitura de Mairi não recebem seus Salários a 02 Meses

Em materia postada por um blog da   cidade de Mairi no face o cidadão Mairiense Sinho Macedo traz  a tona uma triste realidade ! A dos Prefeitos que não ligam para o bem está dos servidores municipais e que não se preocupam se esses servidores tem familia para sustentar e compromissos a pagar 

Segundo informações postadas a prefeitura municipal não paga a seus servidores a 02 meses.

É interessante realizar uma festa sim mas não deixando os servidores pagar o onus da extravagancia 


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CRITICOU-SE MUITO SOBRE A REPRESSÃO DURANTE O GOVERNO MILITAR


Durante o Governo Militar houve abusos mas tambem houve várias manifestações, sem que houvesse violencia, lembro-me das lutas pelas Diretas, Ulisses, Dante de oliveira, Tancredo Neves movimentos que tomaram corpo sem violencia hoje o Governo PT usa armas que os partidos de esquerda tanto criticava, a "REPRESSÃO "





A manifestação no estádio Mané Garrincha antes da estreia do Brasil na Copa das Confederações, neste sábado, que era pacífica, acabou sendo repreendida pela polícia, que usou bombas de efeito moral, de gás e balas de borracha para dispersar o protesto. 

                             Observem o Policial na moto atropela Manifestante 


Obrigado Brasil, pelos tiros de borracha, bombas de gás e atropelamentos numa manifestação pacifica. Agradecemos a violência e brutalidade que tratam aqueles que querem fazer valer os seus direitos, pois aqui, o que mais vale são as aparências.

Brasil, as custas do sangue da população, você conseguiu dar seu show aos estrangeiros, porém vocês não contavam com a mancha negra que iria surgir no meio da grama e jogar as verdade na cara de vocês. Não tinham armas, equipamentos e nem proteção, no entanto havia verdade e contra a verdade não há violência que a faça sumir. 

A fumaça de gás lacrimogêneo dispersou mas não ofuscou as palavras de protesto, pelo contrário, fez palco e cenário para a estupidez e censura praticada pela política do nosso pais. Obrigado Brasil, você só mostrou que os cartazes estavam certos, provou na frente das câmeras, repressão é a resposta a população que reivindica o que é seu.
Wellington Mota
fonte



sábado, 15 de junho de 2013

O Ex-prefeito Adilson Nascimento da cidade de Mirangaba tambem conhecido como Adilson do Banco ou Adilson de Varzea do Poço é condenado por uso indevido de verba pública.


No ultimo dia (29) de abril de 2013, o ex- gestor Adilson Almeida do Nascimento foi condenado pela 1 ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Jacobina, nos autos da Ação Civil Pública nº 0003695-80.2007.805.0137, promovida pelo Ministério Público Estadual, a pagar ao município de Mirangaba, o valor superior a R$ 100.000,00 (cem mil reais) , corrigido pelo INPC e juros base de 1% (um por cento) ao mês, solidariamente com o IBED (Instituto Baiano de Educação á Distância LTDA.), nos termos do artigo 12, lll , e seu parágrafo único da Lei de Improbidade Administrativa ( Lei nº 8.429/ 1992). A Justiça baseou a decisão no contrato administrativo celebrado entre o município de Mirangaba e o IBED, sem licitação, violando o princípio da impessoalidade e atentando contra a norma constitucional.



Consta na decisão exarada pelo Juiz de Direito, Dr. Hosser Michelangelo Silva Araujo, que no caso “não há que se falar em comportamento culposo, pois foi clara a intenção de Adilson Almeida do Nascimento de celebrar contrato administrativo de prestação de serviços com a empresa demandada, que gerou o custo ao Município de Mirangaba de R$ 208.800,00. (duzentos e oito mil e oitocentos reais), sem procedimento licitatório, satisfazendo, destarte, o elemento subjetivo para existência de ato de improbidade administrativa.” "


A sentença judicial tem natureza condenatória em desfavor do ex-gestor Adilson Almeida do Nascimento por malversação de verba pública, em razão da incontroversa contração de empresa prestadora de serviço de forma ilicita, diante do não cumprimento dos requisitos legais. A Ação Civil Pública foi ajuizada pelo Ministério Público Estadual em setembro de 2007, sendo julgada procedente, com fulcro no art. 12, III da Lei nº.8.429/92, de modo que o ex-gestor poderá torna-se inelegível, nos moldes da Lei da Ficha Limpa, não podendo promover o registro de sua candidatura nas próximas eleições," declarou Edson Mendes Ribeiro Presidente da Câmara de Veredores de Mirangaba .diariodachapada.com.br Assessoria Jurídica


Festa de abertura das Confederações custará R$ 5 milhões




Brasília palco de apenas uma partida da Copa das Confederações, mas o empenho e empolgação é grande na capital federal. As atenções do governo local estão voltadas para a festa gratuita que promoverá a abertura da competição. 

A Fan Fest - festa oficial da Fifa, realizada por todas as cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 - será realizada na Esplanada dos Ministérios, na área central da capital federal. O governo promete realizar um mega evento e desembolsará um valor de R$5 milhões.

Ao fim da partida, o evento continuará a todo vapor e deverá durar até às 23h. Os shows serão comandados pelo cantor sertanejo Gusttavo Lima, além do grupo de pagode Revelação e da banda Asa de Águia.

O custo total do show, incluindo os cachês dos artistas – que giram em torno de R$250 mil para o sertanejo e o grupo de axé, e R$167 mil para os pagodeiros – será de, aproximadamente, R$ 5 milhões, de acordo com o governador Agnelo Queiroz (PT). “Faremos a maior e melhor abertura da história da Copa das Confederações”, gabou-se.

O estádio Mané Garrincha é o mais caro do país, chegando a ser equivalente apenas ao valor do Maracanã. Ao todo, o investimento no complexo esportivo chega a R$ 1,2 bilhão.

Em ato em SP, manifestantes criticam Dilma e 

‘bolsa-estupro’

Breno Pires 

Com cartazes, carro de som e gritos coletivos, aproximadamente 700 pessoas se reuniram na frente da Catedral da Sé, no centro de São Paulo, na tarde deste sábado, 15, em protesto contra o projeto que prevê a criação do Estatuto do Nascituro, em tramitação na Câmara dos Deputados.
Em sua maioria mulheres, parte delas ligadas a movimentos feministas, os manifestantes portavam cartazes defendendo a descriminalização do aborto e criticando a pensão alimentícia que o estatuto propõe para mulheres que engravidarem em ato de violência sexual – o que vem sendo chamado de bolsa-estupro.
O microfone ficou aberto durante a maior parte do ato, a partir das 13h30, e, no discurso de várias mulheres, além de críticas à Igreja e à bancada evangélica, foram ouvidas cobranças à presidente Dilma Rousseff.
“Queremos um posicionamento da presidente Dilma, que é mulher. Ela não pode ficar calada. Presidenta, abra a boca. Diga o que você pensa sobre o projeto. Se é favor do nascituro ou se é a favor das mulheres. Se está do lado do estuprador ou da vítima. Queremos que os governantes se coloquem”, disse Paula Kaufmann, de 21 anos, integrante do coletivo Juntas, formado por jovens feministas. Ela levava um cartaz que dizia “Meu corpo minhas regras”.
Com um cartaz dizendo “Somos mulheres, não incubadoras”, Evelyn Nimtz, de 29 anos, disse que veio ao evento para defender a descriminalização do aborto e o direito de a mulher decidir se deve levar adiante ou não uma gravidez. “Queremos o apoio do governo caso eu decida abortar. Quero poder fazer em um hospital público e seguro”, disse, ao lado da amiga Isabele Bargmann, que carregava cartaz com a frase “Estuprador não é pai”.
Entre os vários gritos de guerra ouvidos na praça, cantados também pela minoria de homens que compareceu, estavam: “Estuprador é na prisão, com a bolsa-estupro ele vai para a certidão”, “Cadê o homem que engravidou? Por que o crime é da mulher que abortou?” e “Se o papa fosse mulher, o aborto seria legal. Seria legal e seguro”.
Às 16h, o movimento, que estava inteiro na praça, começou a circular por ruas próximas, mas voltou ao local menos de 30 minutos depois. A manifestação encerrou às 16h45. O protesto foi organizado pelo Facebook a partir de uma página publicada pelo movimento Machismo Nosso de Cada Dia. 17 mil pessoas haviam confirmado, nas redes sociais, presença no evento.
DISCUSSÃO. Durante o ato, havia cerca de 10 pessoas contrárias ao aborto em pé na entrada da Cadetral da Sé rezando. Uma discussão se formou depois que um homem que estava rezando colocou a mão sobre a cabeça de uma mulher. “Ele parecia querer me exorcizar. Foi uma agressão simbólica”, disse Giselle dos Anjos Santos, de 27 anos, historiadora. Lucas de Carvalho, de 33 anos, disse que estava apenas rezando por ela. “Não exorcizei porque não tenho esse poder. Estava rezando para que ela tivesse a paz de Cristo no coração dela”, disse Lucas, que estava com o filho.
Ao perceber a discussão, ainda que pacífica, entre Lucas e algumas amigas de Giselle, a maioria dos manifestantes – que se espalhava pela praça da Sé – resolveu se aproximar mais da igreja. “Vem, vem, vem para a escada, vem contra o estatuto”, gritaram os manifestantes. Algumas pessoas ficaram tensas, mas não houve agressão.
Depois de algum tempo dividindo as escadas, as pessoas que rezavam na entrada da igreja se uniram em uma roda de oração, ao final da qual se retiraram sob fortes vaias e mais cantos.
Uma das pessoas que se posicionavam contra o aborto era a escritora Mônica Lopes, de 47 anos. Ela carregava um banner com uma imagem de rosto de Jesus Cristo, com 1,5 m de altura. “Sou radicalmente contra o aborto. Eles vieram protestar na frente da igreja e eu vim proteger a minha fé”, disse Mônica, católica, que assistiu à missa que terminou ao meio-dia e resolveu ficar no local.
PASSE-LIVRE. Durante o ato, foram lembrados os protestos contra tarifa de transporte público municipal, que vêm sendo organizados pelo Movimento Passe Livre. O público aplaudiu muito cada menção às manifestações e foi convidado a comparecer à próxima, que está marcada para a segunda-feira, dia 17. Um dos cantos durante o ato parece com um ouvido nos protestos contra a tarifa: “Vem para a rua, vem, contra o estatuto”. No caso, a palavra “estatuto” substituiu “aumento”.